Polícia Utinga
Polícia Militar de Utinga apreende drogas e simulacro de arma em operação na Feira de Utinga
Diante dos fatos, foram apreendidos os materiais ilícitos, coletadas informações sobre os crimes e o autor foi conduzido à Delegacia Territorial de Itaberaba
07/04/2026 13h49
Por: Redação Fonte: PM Bahia

Na manhã de 6 de abril de 2026, por volta das 11h, uma ação policial realizada na Praça da Feira, em Utinga, resultou na apreensão de drogas e de um simulacro de arma de fogo.

A guarnição do policiamento ostensivo, após trabalho de inteligência e monitoramento de um indivíduo suspeito de comercializar entorpecentes e de envolvimento em furtos na região, conseguiu localizá-lo durante rondas. O homem demonstrou nervosismo ao perceber a aproximação da equipe e, na abordagem, foram encontradas duas trouxas de substância análoga à maconha.

Questionado, o suspeito indicou que possuía mais drogas em sua residência. No endereço informado, os policiais localizaram uma quantidade maior da mesma substância, além de um simulacro de arma de fogo. O indivíduo confessou participação em furtos ocorridos no almoxarifado da prefeitura e em um equipamento de internet no povoado do Buriti, citando a colaboração de outros comparsas.

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Diante dos fatos, foram apreendidos os materiais ilícitos, coletadas informações sobre os crimes e o autor foi conduzido à Delegacia Territorial de Itaberaba, onde as medidas cabíveis foram adotadas. O suspeito já possui registros anteriores por práticas ilícitas.

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As diligências continuam para identificar e responsabilizar os demais envolvidos e receptadores dos objetos furtados. A ação demonstra a pronta resposta da Polícia Militar de Utinga no combate ao tráfico de drogas e a crimes patrimoniais, reforçando o compromisso da corporação com a segurança da população e a manutenção da ordem no município.

Receptação também é crime: saiba o que diz a lei

A legislação brasileira é clara ao estabelecer que não apenas quem pratica o furto ou roubo comete crime. Também responde criminalmente quem participa da chamada receptação — ou seja, quem adquire, recebe, transporta, oculta ou vende produtos provenientes de crime.

De acordo com o Código Penal Brasileiro, qualquer pessoa que tenha envolvimento com bens de origem ilícita pode ser enquadrada, mesmo que não tenha participado diretamente do crime inicial. A prática é comum, por exemplo, na compra de objetos com preços muito abaixo do mercado, sem comprovação de procedência.

A pena prevista para o crime de receptação é de 1 a 4 anos de reclusão, além de multa. No entanto, quando se trata da forma qualificada — geralmente relacionada à atividade comercial ou industrial — a punição pode chegar a até 8 anos de prisão.

Autoridades reforçam que comprar produtos de origem duvidosa alimenta a cadeia do crime. Por isso, a orientação é sempre exigir nota fiscal e verificar a procedência dos itens antes de qualquer aquisição.

Fique atento: quem compra produto roubado também pode estar cometendo crime.